quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Une participa da VI Marcha da Classe Trabalhadora


Homens e mulheres de todo o Brasil marcham em Brasília pela redução da jornada de trabalho e por 50% dos recursos do Fundo do Pré-sal para a Educação. “A unidade é um grande patrimônio dos movimentos sociais”, afirma Augusto Chagas, presidente da UNE que deve participar levando pelo menos 2 mil pessoas ao evento.





A VI Marcha da Classe Trabalhadora promete reunir dezenas de milhares de pessoas em Brasília nesta quarta-feira, 11. A pauta unificada das centrais para o evento tem como prioridade a redução da jornada de trabalho (para 40 horas semanais) sem redução de salários. “Além de gerar mais de 2 milhões de empregos, a diminuição da jornada vai contribiruir para que os trabalhadores e trabalhadoras invistam em sua qualificação. E nisso, até os empresários deveriam apoiar", afirmou Artur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Também entre as reivindicações desta edição da Marcha, está o Novo Marco regulatório para o petróleo brasileiro e que 50% do Fundo do Pré-sal sejam investidos na Educação.

“A marcha das Centrais Sindicais demonstra o momento de grande unidade.E essa unidade é um patrimônio muito importante para o movimento social. Por isso acreditamos que o ato tem tudo para sair vitorioso”, declara Augusto Chagas, presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Chagas afirma que a diminuição da jornada de trabalho vai contribuir ainda para acelerar o dinamismo econômico do país, sem contar que representará mais um direito conquistado pelos trabalhadores.



A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) está ampliando sua participação esse ano: caravanas de ônibus partem de diferentes pontos do país em direção ao Distrito Federal. “Esta deve ser uma das maiores mobilizações feitas pelo movimento sindical no Brasil ao longo dos últimos anos”, afirma Wagner Gomes, presidente da CTB.



Leia mais sobre a VI Marcha das Centrais:

www.cut.org.br

www.ctb.org.br











Leia abaixo nosso manifesto



Passeata em defesa da Redução da Jornada de Trabalho e de 50 % do Fundo do Pré-Sal para Educação

Data: 11/11/2009, quarta-feira

Horário: 9h00

Local: Concentração na tenda da UNE no Estádio Mané Garrincha - Brasília/DF

Clique aqui e tenha o mapa para chegar à concentração da Marcha.



Em defesa da Redução da Jornada de Trabalho e de 50 % do Fundo do Pré-Sal para a Educação



A União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) e a Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG) historicamente têm se mobilizado em defesa dos interesses nacionais, formando uma importante aliança com a classe trabalhadora.

O país vive um momento ímpar nos avanços pela melhoria da condição de vida do povo brasileiro. A implementação de políticas de valorização do trabalho merecem reconhecimento, como exemplo temos a valorização do salário mínimo (que já supera em algumas vezes o que era pago em 2002 - saltou de US$ 56 e deve chegar a US$ 266 no final do atual governo) e a ampliação dos direitos das mulheres trabalhadoras, diminuindo a desigualdade perante os homens.

Contudo, as conquistas ainda são poucas tendo em vista os desafios que os trabalhadores ainda precisam enfrentar no Brasil. Essa realidade motiva os integrantes do Movimento Social, em especial as centrais sindicais, a organizar uma marcha em Brasília, dia 11 de novembro, para hastear a bandeira pela Redução da Jornada de Trabalho, passando a exigir 40 horas semanais, sem diminuição do salário. Essa luta interessa de imediato a pais e mães, assim como a muitos estudantes brasileiros que já estão, ou um dia estarão, inseridos no mercado de trabalho.

A marcha é também a oportunidade de apresentar, de maneira unificada à sociedade, proposta de que 50% dos recursos do Fundo do Pré-Sal sejam destinados à Educação e a defesa de uma nova lei do petróleo no Brasil.

· Pela redução da Jornada de Trabalho! 40 horas já!

· 50 % do Fundo do Pré-Sal para Educação!

· Pela nova lei do petróleo!

Participe conosco e entre para a história da juventude que mudou o Brasil!

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Sob pressão, Uniban recua e anula expulsão de Geisy

A Uniban divulgou nota na tarde desta segunda-feira, 9, na qual informa que revogou a expulsão da aluna Geisy Arruda. A decisão de voltar atrás ocorreu depois da repercussão negativa da expulsão da aluna, que foi questionada pela OAB e pelo Ministério Público Federal.
O texto, lacônico, afirma apenas que o reitor revogou decisão do Conselho Universitário da Uniban e que, com isso, “dará melhor encaminhamento à decisão”.

Na noite desta segunda-feira, a União Nacional dos Estudantes (UNE) realizou um protesto em frente à Uniban contra a expulsão de Geisy. Integrantes de diversos movimentos sociais também compareceram ao protesto em frente à universidade.

A manifestação foi atacada por alguns alunos que, do lado de dentro do campus, vaiaram e exigiam que os manifestantes fossem retirados da rua diante da Universidade. Nenhum conflito foi registrado.

No domingo, o presidente da UNE, Augusto Chagas, afirmou que a decisão de expulsar a aluna era descabida, e completou:

"É como nos casos em que se responsabiliza a vítima de um assalto por estar segurando a carteira, ou se diz que uma mulher é culpada quando sofre um assédio ou abuso por causa da sua roupa. Isso nos parece lamentável."

O movimento Marcha Mundial das Mulheres, presente na manifestação, distribuiu um panfleto denunciando a violência. "Nos manifestamos hoje para denunciar a violência sexista e a cumplicidade da universidade frente à este caso. A decisão da Uniban de expulsar a estudante contribui para banalizar estimular e justificar a violência dentro da universidade e fora dela", diz o manifesto.

Geisy foi xingada e ameaçada fisicamente nos corredores da universidade no último dia 22 de outubro por usar um vestido rosa, considerado "imoral" segundo alguns universitários e "absolutamente normal" por outros. Geisy foi proibida de frequentar as aulas e, neste fim de semana, foi expulsa da Uniban.

A reitoria da universidade revogou a decisão do conselho universitário que expulsou a aluna, depois que o Ministério Público Federal em São Paulo instaurou Inquérito Civil Público para apurar os detalhes da expulsão.

O intuito do MP era saber se a estudante teve o devido direito de defesa garantido. Outro inquérito será aberto pela Polícia Civil de São Bernardo do Campo para apurar crime de injúria contra a estudante, de acordo com a Delegacia de Defesa da Mulher no ABC paulista.

O Ministério da Educação também deu prazo de dez dias para que a Uniban explique o caso, já que a expulsão da aluna foi divulgada por meio de um anúncio da universidade em jornais de São Paulo, no último domingo.

Segundo a Assessoria de Imprensa da Secretaria de Educação Superior do MEC, a notificação será entregue esta semana à universidade. Se as explicações não forem satisfatórias, deve ser aberto um processo de supervisão especial para avaliar se a aluna teve direito a defesa.

De acordo com o procurador-regional dos Direitos do Cidadão em São Paulo, Jefferson Aparecido Dias, que conduz a investigação, o objetivo do inquérito do MP é investigar se foi adotado o devido processo legal e respeitados os princípios do contraditório e da ampla defesa e se a Uniban agiu de forma discriminatória.

“O que se espera de uma universidade é que ela tenha condições de formar cidadãos. No presente caso, é bastante preocupante a postura da Uniban, que pode indicar que ela não está preocupada com essa formação integral. Além disso, aparentemente, a vítima foi transformada em culpada sem que tivesse a condição de expor a sua versão dos fatos”, disse.

O presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, também comentou a expulsão. Segundo ele, o gesto consagra "uma mentalidade obscurantista e nefasta, que há muito se supunha extinta deste país".

Para a OAB, segundo Britto, houve no episódio intolerância, discriminação e violência contra a mulher, por parte também do Ministério da Educação da União Nacional dos Estudantes.

Da redação, com agências


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China cobra dos EUA que estabilizem o dólar

A China cobrou dos Estados Unidos que garanta a estabilidade do dólar. Sem citar qualquer nome de país ou divida, o ministro das Finanças da China, Xie Xurenm, instou as nações que emitem importantes moedas de reserva a manter suas moedas estáveis, relatou a agência de notícias Xinhua.
"As nações que emitem moedas de reserva importantes devem manter a estabilidade do valor de suas divisas e da taxa de câmbio, evitando a propagação de efeitos negativos", disse Xurenm.

A China tem mantido a cotação do iuan basicamente estável em relação ao dólar no último ano. E, como o dólar vem se depreciando, o iuan acabou se enfraquecendo também em relação ao euro.

Isso provocou pressão internacional para a China deixar o iuan se valorizar. Ao mesmo tempo em que instou as nações a manter a estabilidade e a continuidade das políticas econômicas, Xie pediu que as nações tomem medidas adequadas contra riscos, como a inflação.

Com a China se recuperando nos últimos meses, autoridades chinesas demonistraram preocupação sobre possíveis riscos de inflação doméstica. Por ser a maior credora dos EUA, a China teme que o aumento da inflação naqueleo país possa prejudicar o valor dos ativos denominados em dólar que possui.

Com agências


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Charge



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terça-feira, 3 de novembro de 2009

DEBAIXO DE CHUVA: UJS denuncia as mazelas impostas à Sociedade Tarauacaense pelo Prefeito Vando Torquato


























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